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Afonso Hamm é citado na lista da Operação Lava-Jato

O deputado federal Afonso Hamm (PP), de Bagé, foi um dos políticos citados na polêmica lista de suspeitos de participarem de desvios de verbas envolvendo a Petrobras, divulgada na noite desta sexta-feira, pelo Supremo Tribunal Federal (STF). 

Além de Hamm, outros políticos integram a aguardada lista do procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Assim como o progressista, serão investigados Renan Calheiros, presidente do Senado, Eduardo Cunha, presidente da Câmara dos Deputados, Roseana Sarney, Edison Lobão, João Alberto Pizzolatti Jr., Aníbal Ferreira Gomes, Luiz Lindbergh Farias Filho, Vander Luiz dos Santos Loubet, Cândido Vacarezza, Gleisi Hoffmann, Fernando Collor, Humberto Costa, Simão Sessim, Artur Cézar Pereira de Lira, Benedito de Lira, José Mentor Guilherme de Melo Neto, José Otavio Germano, Luiz Fernando Ramos Faria, Roberto Teixeira, Nelson Meurer, Eduardo Henrique da Fonte de Albuquerque Silva, Aguinaldo Velloso Borges Ribeiro, Aline Lemos Correa de Oliveira Andrade, Carlos Magno Ramos, Ciro Nogueira Lima Filho, Dilceu João Sperafico, Gladison de Lima Cameli, Jerônimo Goergen, João Felipe de Souza Leão, João Luiz Argôlo Filho, João Sandes Jr., José Linhares da Ponte, José Olímpio Silveira Moraes, Lazaro Botelho Martins, Luiz Carlos Heinze, Mário Sílvio Mendes Negromonte, Pedro da Silva Correa de Oliveira Andrade Neto, Pedro Henry Neto, Renato Mölling, Renato Egígio Balestra, Roberto Pereira de Britto, Romero Jucá Filho, Valdir Raupp, Vilson Luiz Covatti e Valdir Maranhão Cardoso. 

Por sua vez, Delcídio do Amaral, Romero Jucá Filho, Alexandre José dos Santos, Henrique Eduardo Lira Alves, Aécio Cunha Neves, Ciro Nogueira Lima Filho e Aguinaldo Velloso Borges Ribeiro, apesar de citados, tiveram seus processos arquivados. 

Detalhes a respeito da participação do parlamentar bageense no esquema de fraudes, contudo, ainda não foram divulgados.

Os pedidos de investigação são baseados nas delações do doleiro Alberto Youssef e do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa. Ambos apontaram o envolvimento de parlamentares de cinco partidos: PT, PMDB, PP, PSDB e PSB. Seis políticos gaúchos, todos do PP, estão na lista de inquéritos abertos. Nos casos em que não houve indícios de crime, o procurador-geral pediu o arquivamento, exemplos de nomes como Luiz Inácio Lula da Silva, Dilma Rousseff e Aécio Neves, que estão fora. 

Os promotores e a Polícia Federal podem, agora, iniciar a nova etapa de investigações. A lista, vale lembrar, pode ser ampliada no decorrer das apurações.

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