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Hamm coloca sigilo bancário e telefônico à disposição

Na tarde de ontem, em seu primeiro pronunciamento na tribuna da Câmara dos Deputados após a citação na lista do procurador geral da República, Rodrigo Janot, entregue ao Supremo Tribunal Federal (STF), em denúncias de corrupção envolvendo a Petrobras, no âmbito da Operação Lava Jato, Afonso Hamm (PP) afirmou que vai colocar à disposição seus sigilos bancários, fiscais e telefônicos. "Quem não deve, não teme", resume. 

O deputado federal disse, ainda, que não tem qualquer relação com os delatores (Paulo Roberto Costa, ex-diretor da estatal, e o doleiro Alberto Youssef). "Busquei saber as razões (de sua citação, divulgada na sexta-feira, 6) e busquei constituir apoio jurídico, o que fiz nos últimos dias. E lá foram olhadas 1,3 mil páginas, aproximadamente, e não consta nenhum fundamento do ponto de vista para a inclusão do nosso nome", diz, ao destacar que confia na justiça.  

Hamm agradeceu ao apoio que tem recebido de eleitores, da família e de amigos, reforçando que não deixará de fazer uma política de resultado. "Por isso, tenho a convicção, que nós, dentro do transcorrer dos dias, haveremos de ter a tranquilidade", pondera.

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