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Professora desaparecida em Pelotas pode estar em Piratini



Por: Nael Rosa/Blog eu falei 
Com informações: Globo.com 

A Polícia Civil já ouviu 30 pessoas sobre o desaparecimento de uma professora da Universidade Federal de Pelotas, na Região Sul do Rio Grande do Sul. Cláudia Hartleben, de 47 anos, sumiu depois de chegar em casa, na noite do dia 9 de abril. Três pessoas foram convocadas para testemunhar usando um detector de mentiras, mas duas delas se recusaram a participar do teste. 

Na semana passada, cerca de 30 policiais foram até a fazenda do ex-marido de Cláudia em Piratini, a aproximadamente 100 km distante de Pelotas, para cumprir um mandado de busca e apreensão. Ainda segundo a Polícia Civil, marcas de sangue foram achadas no local, mas ainda sem identificação. 

A quebra dos sigilos bancário e telefônico da professora já foi feito, mas não há movimentações significativas até o dia do desaparecimento. 

Cláudia é professora de biotecnologia da universidade. Desde o desaparecimento, os alunos e amigos têm feito uma corrente para tentar encontrá-la. Imagens da docente são compartilhadas por milhares de pessoas. Uma passeata também já foi feita pelas ruas do Centro da cidade.

Eliza Komninou, amiga de Cláudia, foi a última pessoa a ver a docente antes do sumiço. As duas jantaram juntas na data do desaparecimento. "A gente falou um pouco sobre tudo, muito normal. Ela saiu daqui feliz. Todo mundo que conhece a Claudia sabe que, se tivesse algo incomodando, ela nunca deixaria de transparecer isso", conta.  

Depois da janta, Cláudia teria ido de carro até em casa. Devido à falta de notícias, no outro dia a amiga foi até a residência. Encontrou, no quarto da professora, a roupa que ela havia vestido durante o jantar. "As coisas que ela usava, todas na cabeceira da cama. O chinelinho que ela estava, do lado da cama. Aconteceu alguma coisa que fez ela desaparecer", completa. 

Nas investigações, a polícia trabalha com diferentes possibilidades, como desaparecimento espontâneo, cárcere privado e homicídio. A hipótese de sequestro está descartada, já que não foi feito nenhum contato telefônico ou pedido de resgate. A polícia pede que qualquer pessoa que tenha alguma informação sobre a professora entre em contato pelo telefone 197.

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