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Votações sem consenso marcam aprovação de projetos na Câmara

Os vereadores de Pinheiro Machado apreciaram três matérias durante a sessão ordinária de terça-feira, 2. Em duas delas, houve votação não unânime entre eles. 

A primeira matéria a ser apreciada foi a Demonstrativo Simplificado da Execução Orçamentária e o Demonstrativo da Despesa com Pessoal. Os vereadores aprovaram a matéria por cinco votos favoráveis e dois contrários. O vereador Jaime Lucas (PMDB) justificou seu voto contrário, dizendo que não poderia concordar com gastos de pessoal beirando os 60%, tendo sido acompanhado pelos vereadores Adroaldo Azambuja e Fábio Dias, da bancada do PDT. 

Em outra matéria, o projeto de lei 19/2015, que autoriza o município a prorrogar o contrato emergencial de um fiscal ambiental e dois licenciadores ambientais, também não teve consenso entre os vereadores. Com maior folga, este projeto foi aprovado por seis votos favoráveis e apenas dois contrários. Diferente do primeiro, Jaime Lucas defendeu o projeto, dizendo que a não aprovação prejudicaria o produtor rural que necessita dos licenciamentos ambientais de pequeno impacto. A mesma tese foi defendida por André Kisuco (PSB), que lembrou que a liberação de saibreiras tem sido fundamental para o reparo de estradas e ruas. Já o vereador Renato Rodrigues (PSDB) disse que é preciso dar um basta em contratações emergenciais e fazer concurso público. 

Por fim e este sim por unanimidade, os vereadores aprovaram um projeto de autoria do Executivo, que faz a cedência de um imóvel, através de uma concessão de uso para a empresa pinheirense OM Prime. A empresa irá instalar na antiga Packing House, nos fundos da rodoviária, uma indústria de paletes de madeira - que são estruturas para acomodações de materiais sobre ele, impedindo contato direto com o solo e evitando umidade. A. empresa já possui encomenda imediata para a reforma de mil estruturas da Votorantim Cimentos.

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