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RS fez mais de 180 mil exames para detectar mormo em cavalos em um ano

Desde o surgimento da doença, no ano passado, 61 casos foram confirmados 

O Rio Grande do Sul realizou, em um ano, mais de 180 mil exames para detectar mormo em cavalos. Os testes foram feitos em 489 municípios gaúchos. Desde o aparecimento do primeiro caso, no ano passado, foram confirmados 61 equinos com a doença. O entendimento da Secretaria Estadual da Agricultura é de que a prevalência de mormo no Estado é baixa. 

Por isso, decidiu nesta segunda-feira (6) ampliar de 60 dias para 6 meses a permissão de trânsito de equinos com exame que atesta que os animais estão livres da doença. 

A emissão da guia de trânsito animal (GTA) só ocorre diante da realização de exames negativos. "Essa decisão foi tomada com base em um estudo técnico feito pela Secretaria, Ministério da Agricultura e universidades. A prevalência da doença é baixa, o que dá condição técnica de alongar essa permissão. Isso facilita a vida do criador, do proprietário de equinos, daquele que participa de eventos, como rodeios e cavalgadas", explicou o secretário Ernani Polo. 

Polo se reuniu nesta segunda com entidades como o Movimento Tradicionalista Gaúcho e a Federação Gaúcha do Laço. 

O que é mormo? 
O mormo é uma doença infecciosa, causada por uma bactéria, que atinge principalmente cavalos, mas pode ser transmitida também para seres humanos, embora isso seja raro. Os sintomas mais comuns são febre, tosse, corrimento nasal e prostração. Não há vacina ou tratamento.

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