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Hipólito Ribeiro sofre princípio de incêndio provocado por vândalos

O Colégio Hipólito Ribeiro vem sendo vítima de atos de vandalismo desde o início da semana, atos estes provocados por adolescentes que invadem o pátio do colégio, principalmente para usar maconha e beber bebidas alcoólicas, principalmente à noite e no horário que não há alunos transitando pelo pátio. 

Seguidamente a direção do colégio precisa chamar pais e responsáveis por estes adolescentes para que retirem seus filhos deste espaço. 

No início da noite de terça-feira, dia 20, atearam fogo na grama, que está seca, no pátio interno do colégio, fogo este que alastrou-se pelas paredes do bloco B, felizmente o foco de incêndio foi contido por funcionários e professores, já na madrugada do dia 22, atearam fogo na biblioteca. O foco de incêndio começou pela cortina e espalhou-se rapidamente pelo acervo que estava próximo à janela. 

O incêndio destruiu parte do acervo, instalação elétrica, forro e paredes da biblioteca. O fato foi flagrado pelo professor Paulo Brum, coordenador da biblioteca, no início da manhã desta quinta-feira. A escola acionou a Brigada Militar, que prontamente através dos policiais Matheus, Rodrigo e Veleda e registrou a ocorrência, já que a Polícia Civil encontra-se paralisada. 

Copos, garrafas de cerveja e cachaça, papelotes de cigarro, preservativos e até cachimbo são encontrados na parte do fundo do colégio frequentemente. 

O diretor do colégio afirma que está muito difícil conter a invasão de jovens e adolescentes que na maioria dos casos não estudam no colégio, mas invadem as dependências externas para fazer uso de drogas. 

Vidros são quebrados, torneiras arrancadas, cercas e portões são destruídos frequentemente porque os vândalos invadem as dependências da escola, também para jogar, afirma, também, que muitos pais foram comunicados sobre a presença dos filhos menores em grupos pelos cantos da área externa; muitos recolhem seus filhos, mas a maioria não acredita que seus filhos estejam envolvidos com drogas e ignora as advertências da escola. 

Na quadra aberta muitos adolescentes, principalmente nos finais de semana, reúnem-se para jogar futebol, sem a autorização da escola, e ali claramente à luz do dia muitos estão jogando bola e também fumando maconha.

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