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Ações do programa Rota do Cordeiro são discutidas

Iniciou ontem, em Bagé, na sede da Associação Brasileira de Criadores de Ovinos (Arco), a 1ª Oficina para Diagnóstico Local e Carteira de Projetos do Programa Rota do Cordeiro. A atividade discutiu com representantes dos municípios que compõem o território do Alto Camaquã (Bagé, Lavras do Sul, Caçapava do Sul, Sant'Ana da Boa Vista, Pinheiro Machado, Piratini, Canguçu e Encruzilhada do Sul) o projeto Rota do Cordeiro, uma parceria da Arco, Embrapa e Ministério da Integração Nacional - MI. 

O assessor técnico da Arco, Edegar Franco, destaca que mais de 60 participantes, entre representantes de entidades como Instituto Federal Sul-rio-grandense (IFSul), Unipampa, Sebrae, programa Juntos para Competir, Embrapa, Associação para Desenvolvimento Sustentável do Alto Camaquã (Adac), Arco, Prefeitura de Bagé e produtores e membros dos municípios do território debateram os pontos fortes, fracos, ameaças e oportunidades para a atividade ovinocultura. 

“A partir disso, estamos trabalhando para elencar as ações prioritárias para serem inscritas na carteira de projetos do programa. Dessa forma, definiremos amanhã (hoje) as iniciativas prioritárias dentro do território do Alto Camaquã”, ressalta Franco. 

O assessor técnico pondera que, neste programa, as ações e estratégias serão elencadas pelos próprios produtores, que definirão como serão implementadas tais medidas em suas regiões. Além de Bagé, para a região Fronteira Oeste do Estado, haverá reuniões em Sant'Ana do Livramento, no Sindicato Rural da cidade, nos dias 6 e 7, e Uruguaiana, na Casa da Ovelha, no dia 8 de fevereiro. Participam do Programa Rota do Cordeiro, em todo o Brasil, 13 polos, desses, dois são no Rio Grande do Sul, o Alto-Camaquã e a Fronteira Oeste, que, segundo informações da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Irrigação do RS – Seapi, as regiões detêm, juntas, a grande parte do rebanho gaúcho de ovinos, 2 037 milhões de cabeças.

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