4 de mar de 2017

CGTEE nega possibilidade de dispensa de funcionários da Fase B

Com o desligamento, na terça-feira, e a incerteza do futuro da Fase B da Usina Termelétrica Presidente Médici (Candiota), a principal dúvida da população é sobre o futuro dos operários que atuam na unidade. Conforme a assessoria de imprensa da Companhia de Geração Térmica de Energia Elétrica (Eletrobras/CGTEE), não houve dispensa dos funcionários. 

O setor acrescenta que os trabalhadores permanecem com suas tarefas de rotina e frisa que a CGTEE está aberta ao diálogo com o Sindicato dos Eletricitários do Rio Grande do Sul (Senergisul). Cabe salientar que, nos últimos dias, o tema tem sido alvo de discussão, por parte da categoria. Inclusive, integrantes do Senergisul e do Sindicato dos Mineiros de Candiota indicaram a possibilidade de haver desvinculações dos servidores terceirizados e transferências de operários para outras unidades. Contudo, até o momento, nenhuma dessas hipóteses fora confirmada pela Eletrobras/CGTEE. 

O impasse da Fase B deve render novos episódios, dentro dos bastidores políticos, nos próximos dias. Uma comitiva, formada por sindicalistas e representantes do Executivo de Candiota, deve ir até Brasília na busca por audiências com os ministérios, principalmente o de Minas e Energia e o de Meio Ambiente. Também está em fase de articulação, na Assembleia Legislativa, a criação de uma frente parlamentar em defesa da unidade (mais detalhes na página quatro). O proponente é o deputado Luís Augusto Lara (PTB). 

Em termos de manifestações, está programado um ato para o dia 13, em frente ao posto São Simão, no trevo de acesso à Vila Operária. O horário ainda deve ser divulgado. Também há um acerto de que, uma vez por semana, os operários da unidade paralizem, das 8h às 10h. Os dias serão aleatórios.

http://www.jornalfolhadosul.com.br/noticia/2017/03/04/cgtee-nega-possibilidade-de-dispensa-de-funcionarios-da-fase-b

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