Por: Raquel Braga...
Dizer não para o que não queremos é dizer sim para o que nos faz bem. O não pronunciado traz bem-estar, proteção, respeito e dignidade.
Dizer não para o silêncio velado é dizer sim para a clareza, dizer não para a emissão gratuita de juízos de valor sobre coisas e pessoas é dizer sim para o diálogo aberto, dizer não para a hostilidade é dizer sim para os bons tratos e dizer não para a mentira é dizer sim para a verdade.
Se não nos dermos a liberdade de dizer para nós mesmos “isso eu não gosto, isso não me faz bem, isso não tem nada a ver com o meu jeito, eu não acho isso legal” estaremos diante da autoagressão.
Dizer não é o antídoto para o abuso: o espírito agradece.
A cada não estabelecido existe um sim para ser vivido: um sim para nós mesmos, para nossas vidas.
Dizer não não significa ter certeza sobre as coisas, pois uma vida sem dúvida sequer pode ser uma vida. Dizer não significa querer viver uma vida com bons acontecimentos.
O não é higiênico para a alma: saber afastar o que não nos cai bem traz limpeza para a nossa mente e o nosso coração.
Cada um tem a sua forma de dizer não. Ninguém, além de nós mesmos, é capaz de saber o que é viver dentro de si.
Dizer não não é apenas possível, mas necessário. Como a vida é dinâmica e o ser humano é temporal, o não muda conforme a situação vivida. Vamos nos colocando no mundo e dizendo não. Amanhã, em outra posição, novos nãos virão. O que não podemos, jamais, é abandonarmos nós mesmos e não nos escutarmos. Para saber dizer não é preciso se escutar.
Nietzsche, na passagem de Zaratustra, lembra o poder de se autoescutar: “Quem tiver ouvidos que ouça. Assim falou Zaratustra na cidade que amava, que se chama Vaca Malhada, distante dois dias de caminho da sua caverna e dos seus animais; e sempre se lhe alegrava a alma ao aproximar-se o seu regresso”.
Então, amigo leitor, vamos seguindo nossa trilha, vivendo num acontecer produtivo, nos alimentando de coisas boas, recolhendo para perto de nós aqueles que nos fazem bem, que nos respeitam e que aceitam o nosso jeito de ser e vamos dizendo não: não para o que não interessa e sim para o que realmente importa.
Dizer não para o que não queremos é dizer sim para o que nos faz bem. O não pronunciado traz bem-estar, proteção, respeito e dignidade.
Dizer não para o silêncio velado é dizer sim para a clareza, dizer não para a emissão gratuita de juízos de valor sobre coisas e pessoas é dizer sim para o diálogo aberto, dizer não para a hostilidade é dizer sim para os bons tratos e dizer não para a mentira é dizer sim para a verdade.
Se não nos dermos a liberdade de dizer para nós mesmos “isso eu não gosto, isso não me faz bem, isso não tem nada a ver com o meu jeito, eu não acho isso legal” estaremos diante da autoagressão.
Dizer não é o antídoto para o abuso: o espírito agradece.
A cada não estabelecido existe um sim para ser vivido: um sim para nós mesmos, para nossas vidas.
Dizer não não significa ter certeza sobre as coisas, pois uma vida sem dúvida sequer pode ser uma vida. Dizer não significa querer viver uma vida com bons acontecimentos.
O não é higiênico para a alma: saber afastar o que não nos cai bem traz limpeza para a nossa mente e o nosso coração.
Cada um tem a sua forma de dizer não. Ninguém, além de nós mesmos, é capaz de saber o que é viver dentro de si.
Dizer não não é apenas possível, mas necessário. Como a vida é dinâmica e o ser humano é temporal, o não muda conforme a situação vivida. Vamos nos colocando no mundo e dizendo não. Amanhã, em outra posição, novos nãos virão. O que não podemos, jamais, é abandonarmos nós mesmos e não nos escutarmos. Para saber dizer não é preciso se escutar.
Nietzsche, na passagem de Zaratustra, lembra o poder de se autoescutar: “Quem tiver ouvidos que ouça. Assim falou Zaratustra na cidade que amava, que se chama Vaca Malhada, distante dois dias de caminho da sua caverna e dos seus animais; e sempre se lhe alegrava a alma ao aproximar-se o seu regresso”.
Então, amigo leitor, vamos seguindo nossa trilha, vivendo num acontecer produtivo, nos alimentando de coisas boas, recolhendo para perto de nós aqueles que nos fazem bem, que nos respeitam e que aceitam o nosso jeito de ser e vamos dizendo não: não para o que não interessa e sim para o que realmente importa.
Um comentário:
é por isso que vamos reclamar por nossos direitos adquiridos que nos foram tirados,como que funcionários públicos municipais concursados há mais de vinte anos podem aceitar ganhar menos que um salário minimo?temos que dizer não,não e não aceitamos um absurdo desses.
se tem que mexer em alguma coisa para mudar essa lei,que mexam pois já estamos nesta situação há um ano.
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