Jonatan Alencar Matos Colares, 25 anos, morador da rua Líbio Vinhas, estava pendurado pelo pescoço em uma árvore.
Segundo Fábio, ele passava no quilômetro 179, um pouco antes de um motel, quando resolveu descer embaixo da ponte: “Vi aquela pessoa parada, achei estranho. Mas ao sair, vi que era uma pessoa muito alta, foi quando me dei conta e corri para chamar a polícia”, relata.
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) foi acionada e o Instituto Geral de Perícias chamado de Santana do Livramento. No início da tarde os peritos chegaram e constataram que o corpo já estava lá há alguns dias. Junto dele foram encontrados sua carteira de identidade e um papel onde constava o endereço e telefone da família. Hoje a Polícia Civil começa a ouvir os depoimentos de pessoas próximas a Colares e a investigar as causas da morte.
Segundo Fábio, ele passava no quilômetro 179, um pouco antes de um motel, quando resolveu descer embaixo da ponte: “Vi aquela pessoa parada, achei estranho. Mas ao sair, vi que era uma pessoa muito alta, foi quando me dei conta e corri para chamar a polícia”, relata.
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) foi acionada e o Instituto Geral de Perícias chamado de Santana do Livramento. No início da tarde os peritos chegaram e constataram que o corpo já estava lá há alguns dias. Junto dele foram encontrados sua carteira de identidade e um papel onde constava o endereço e telefone da família. Hoje a Polícia Civil começa a ouvir os depoimentos de pessoas próximas a Colares e a investigar as causas da morte.
Nenhum comentário:
Postar um comentário