O presidente da Câmara Municipal de Vereadores, Ronaldo Madruga, entrou com mandado de segurança contra o prefeito Luiz Fernando Leivas.
Segundo o vereador, que enviou email ao blog falando sobre o caso, o principal motivo foram respostas evasivas encaminhadas pelo prefeito ao vereador. Em agosto de 2009, o edil protocolou proposição de pedido de informação, requerendo qual o valor gasto com propaganda e publicidade nos meios de comunicação (rádio, televisão e jornal) pelo executivo, não obtendo êxito.
O pedido teria sido refeito em dezembro de 2009, quando foram requisitados, além dos gastos com propaganda, a dívida com o Fundo de Aposentadoria e Pensão (FAPS), adquirida no atual governo, dívidas com fornecedores e se estariam sendo depositados os direitos sociais dos funcionários públicos municipais, tais como INSS, fundo de garantia e contratos pela empresa Policlínica, com a qual a Prefeitura Municipal mantém convênio.
Com respostas escassas, o vereador resolveu recorrer ao Poder Judiciário. "As respostas enviadas tratam-se de um amadorismo explícito e falta de conhecimento de gestão pública. Não se trata de perseguição política ou de oposição ao governo municipal, e sim, de cumprir com que é estabelecido em Lei", diz o vereador.
"É obrigação e dever do vereador saber qual é a situação do município, exercendo seu papel de fiscalizador e legislador. A independência dos poderes é clara. Vereador que honra com o cargo que ocupa e conhece os poderes que a Lei lhe confere, tem que agir com responsabilidade. A Administração Pública não é um rascunho que erramos, apagamos e consertamos. Acima de qualquer bandeira partidária ou ideologia, estamos assumindo um papel de gestores, conferido através do voto de confiança que nos foi atribuído", completou.





